Mãos que traduzem idéias
Conversando com um amigo e grande artista, parei pra pensar qual o propósito de nossos desenhos. Fazemos desenhos ao nosso gosto, rabiscos engavetados, idéias em papéis amarelados, e onde isso vai nos levar um dia? Quem sabe a exposições, trabalhos interessantes, grandes oportunidades ... quem sabe um dia!
Mas por enquanto, buscando encontrar positividade nesses nossos papéis engavetados, vejo que pode haver satisfação pessoal em cada um deles, que a cada momento de assinatura (por mais que nunca concordemos que um desenho está totalmente finalizado), é sempre MAIS... mais uma realização, mais um treino, mais uma criação, enfim, mais uma idéia transmitida diretamente da mente para as mãos!! E que por mais que fiquem ali nas pastas e nas gavetas, estão servindo de molas para o nosso pulo!
Valorizamos aqueles papéis como um filho, porque idéias nada mais são do que filhos, que nascem, crescem, e que só não morrem quando são eternizados pelos nossos lápis!
Mas por enquanto, buscando encontrar positividade nesses nossos papéis engavetados, vejo que pode haver satisfação pessoal em cada um deles, que a cada momento de assinatura (por mais que nunca concordemos que um desenho está totalmente finalizado), é sempre MAIS... mais uma realização, mais um treino, mais uma criação, enfim, mais uma idéia transmitida diretamente da mente para as mãos!! E que por mais que fiquem ali nas pastas e nas gavetas, estão servindo de molas para o nosso pulo!
Valorizamos aqueles papéis como um filho, porque idéias nada mais são do que filhos, que nascem, crescem, e que só não morrem quando são eternizados pelos nossos lápis!
Portanto, meu amigo Leonardo Brum, continuemos em nosso crescimento!
Jéssica! Fiquei feliz ao ler esse texto, viu? Maior incentivo pra mim.
ResponderExcluirÉ isso aí, menina, nenhum de nossos rabiscos é feito em vão. Que a gente continue progredindo!
Sempre Leonardo!!!:)
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